A sociedade vive
de maneira que rivalidade, destaque, vitória, fazem parte de um único todo. Em
que o homem por questões de instinto tende a competir. Competir será que em
pregamos a mesma, durante o nosso dia-a-dia? Ou será apenas uma atividade que
existe quando se pratica algum esporte, quando trata-se de trabalho? Relacionar ações a palavras de modo
geral, não é tão fácil o quanto parece.
Torna-se difícil afirmar com
total veracidade o que se passa na cabeça do homem, a sua vontade de competir,
o seu prazer em ganhar, mais complicado é dizer com tamanha certeza a influência
da mesma em nossos dias. A competição desperta em muitas pessoas uma satisfação
involuntária, outros entendem como um compartilhar momentos, experiências e até
mesmo aprender e praticar a solidariedade para com outro.
Surpreender é está a palavra
perfeita. Surpreender a todos que o assistem, surpreender a si mesmo, fazendo o
melhor possível. Não Há quem diga que compete apenas por competir, apenas para
se divertir. A diversão vem como um “brinde”, podendo então afirmar que
competimos para ganhar, o prazer do vencer é o estímulo para abdicar e
desligar-se do mundo por algum tempo, e viver literalmente de forma
competitiva.
O homem aprende a cada dia,
trabalhando, observando, escutando, até mesmo competindo, trabalhar em grupo
requer paciência solidariedade, respeito, vontade. Egoísmo é com certeza algo
que não se encaixa nos pré requisitos da competição. O prazer em vencer, os
une, ou até mesmo o separa. Como dizem: “Tudo que é de mais sobra”, o excesso
de atitude pode ser razão de uma derrota. Mas para toda competição há sempre
quem ganha e quem perde. “Um dia da caça outro do caçador”.
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