Você alguma vez já se perguntou se eu sou feliz, se eu sou feliz onde eu estou, se sou feliz do jeito que sou... você pelo menos sabe quem eu sou ou pelo menos sabe se eu sei quem sou.
Ta ai, eu posso saber onde estou, a que horas estive, mas não necessariamente sei quem sou.
Pode até parecer loucura mas para aquele que ao olhar nada vê, para aquele que a solidão é a única que o acompanha isto é normal.
Não importa as pessoas que ao seu redor estão uma ou um milhão, as perguntas o perseguem de maneira que a sua única companhia é a própria mente, ela que tem a capacidade de não ser "uma" mas sim "várias", pena que todas essas "pessoas"no fundo sejam realmente "uma", você!
O seu dia é uma mistura de fantasia com realidade uma anestesia que te leva a frenesi imediata em que seu corpo e mente dividem-se misturando seus desejos e razões ignorando muitas vezes o senso para atingir a vontade e quando o efeito anestésico passa resta-lhe apenas o vazio que antes já existia em sua mente e que o mesmo a ignorava.
Não se trata apenas de solidão, acho que não posso chamar de arrependimento, nem mesmo falta de oportunidade, simplesmente esse não é o meu lugar!
Mas... e daí! qual é o seu lugar? Será mesmo que esse não é o seu lugar? Será que a prepotência consigo mesmo não o impedia de viver... ou será então que vivestes? Vivestes mas não foste feliz!
O problema é que a decepção o enfraquece o desanima até o dia em que desisti de viver e passa o seu tempo com "bobagens".
É tão estranho, chega a ser irônico a capacidade de impressionar as pessoas quando nem a si mesmo tem a capacidade de impressionar. Irônico fazer com que as pessoas acreditem em você quando nem você acredita em si mesmo. Chegando a uma única e exclusiva conclusão, passas seu tempo a enganar quando nem tu mesmo sabe quem és.
04/01/2010
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